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8 de dezembro de 2011

ENTREVISTA DA DEV AO GUIDE TO GAY


No mês de Novembro a Dev de uuma entrevista ao site Guide To Gay. Na entrevista ao site ela falou sobre "In The Dark", as outras músicas do seu álbum, sua relação com o público gay e muito mais. Ela fala sobre seus objetivos como artista e sobre com oa indústria musical pode ser má. A entrevista foi dada antes da Dev confirmar a presença do Enrique Iglesias em seu álbum. Confira a entrevista traduzida e adaptada abaixo:
Costuma ser uma sensação diferente ter apenas seu nome nos créditos, não?
Muito! [risos] É demais. Eu não podia pedir mais. "In The Dark" foi uma das primeiras músicas que nós gravamos para o álbum, em Janeiro, então é divertido termos nos envolvido desse jeito. É muito bom ela levar apenas meu nome. Fazer muitas colaborações me permitiu fazer parte de grandes músicas e conhecer ótimos artistas, e eu não trocaria isso por nada. Mas é muito bom pra mim ter o "meu tempo". Eu não podia pedir pra isso acontecer com música melhor. Ela é bem sexy e bem "escutável" ao mesmo tempo.

E "In The Dark" é tão suja quanto as pessoas dizem?
[risadas] Uhm, isso depende do que as pessoas estão dizendo mas... em sua maioria, sim. Era minha hora de fazer uma música boa mas que fosse sexual, e foi o que eu fiz.

Nós já nos conhecemos. Você é divertida, doce, animada...
Obrigada.

Todos temos nosso lado sexy, mas eu realmente não esperava uma música sobre masturbação.
É exatamente por isso que eu quis fazer uma música desse tipo. Já era tempo! As músicas que eu fiz antes não eram assim pois, apesar de serem bem explícitas, eram divertidas. Eu achei que já era hora quando nós decidimos fazer esse tipo de música, e nós fizemos. É, provavelmente, umas das músicas mais sexy que eu já fiz, mas eu precisava disso.

O "The Night The Sun Came Up" é todo sexual?
Ele tem coisas diferentes. Algumas músicas são bem animadas. Tem algumas baladas mais pessoais, algumas com batidas mais R&B. Tem algumas que são mais sexuais do que parecem, mas é claro, sem parecerem tão explícitas. Como você disse, eu não sou o tipo de pessoa que gosta de expressar isso mas, a parte divertida de ser uma artistas é poder ser aberta para poder expressar qualquer coisa que eu quiser. "In The Dark" é ponto sexy do álbum pois as outras músicas são mais calmas, eu acho.

Quanto seu público GLBT mudou e cresceu desde a primeira vez que nos vimos?
Eu gosto de pensar que ele cresceu, e essa foi a mudança, o que é bom. Pelos comentários em blogs até as pessoas que me respondem no Facebook ou no Twitter, eu gosto de pensar quea comunidade gay me apoia e está do meu lado, o que é demais. Eu gosto de pensar que um apoia o outro, o que faz isso crescer, porque eu acho que é uma coisa muito positiva.

Em nossa primeira entrevista, eu te perguntei por quê grandes artistas de hip-hop estavam interessado na The Dinah, uma enorme balada lésbica. E você perguntou: "Por que um artista de hip-hop não pode gostar de lésbicas ou gays?"
[risadas] Eu lembro. É verdade, e é uma questão bem real a que você me fez. Eu sempre fui muito aberta. Meus pais me ensinaram a ser assim, por isso me pegou de surpresa. Eu nunca pensei de um outro jeito e espero que meus fãs também possam ser assim. Eu acho que, quanto mais eles me conhecerem, mais vão se abrir e se aproximar de mim.

Você colaborou com alguém para seu álbum?
Na verdade, ele não tem participações ou colaborações. É todo meu, produzido pelos The Cataracs, o que foi importante para mim. Como eu disse, eu passei o último ano trabalhando com outros artistas, o que me deixou conhecida como "a garota das colaborações". Esta é minha hora e o meu álbum, e é com ele que vou me apresentar ao público, e apenas comigo em todas as faixas.

Parabéns! Eu perguntei isso porque eu escutei "I Just Wanna F", sua música com o Timbaland que está no álbum do David Guetta, e pensei que os dois ou um deles poderia estar no seu álbum também.
Eu tive a ótima oportunidade de trabalhar com o Timbaland por alguns dias no estúdio e ele é absolutamente incrível. Inicialmente ele estaria no álbum mas eu quis apenas minha voz nele. E funcionou do jeito que eu queria.

Já passou pela sua cabeça que há 3 anos atrás você era desconhecida, depois participou de um single que foi #1 e esteve no estúdio com o Timbaland?
[Dev parou um bom tempo pra pensar, e fez um gesto forte] É tão legal ouvir você dizer isso. É, tem sido uma jornada louca, mas tem sido demais pra mim. Eu trabalhei tanto. O fato de eu ter sido capaz de trabalhar com esses artistas e o fato do público poder ouvir essas músicas e espalhá-las é muito legal. Tem sido um salto de 180 graus pra mim se conseguirmos ver o que eu era  há 3 anos atrás. Você precisa sempre se lembrar de seu passado, da época que você não tinha nenhum dinheiro. Você não podia sequer comprar um hamburger. Ninguém ouvia você e você tinha que pagar pra fazer shows de graça. Você tem que sempre lembrar de tempos como esses, assim fica mais fácil viver sua nova vida e celebrá-la.

O que você está planejando pra realmente "estourar" como uma artistas?
Meu grande plano é lançar um ótimo e divertido  álbum mas que seja pessoal e jovem e reflita esses 3 últimos anos da minha carreira, que tem sido bem loucos comparados a época que eu tinha 19 anos. Isso é muito importante pra mim! Eu queria lançar um álbum que falasse por si mesmo. Depois, claro, dominar o mundo não seria tão doloroso. Eu só quero continuar lançando boas músicas. Eu sempre quis um #1. Coisas como bons shows e bons vídeos são coisas que eu sempre amo. Eu amor é parte do meu trabalho, mas é muito importante pra mim continuar fazendo boas músicas para que isso me dê longividade. Sucesso a parte, eu acho muito importante pra mim lançar esse álbum.

Sempre tem gente que cercam esses novos artistas e dizem "você deve fazer isso" enquanto outros dizem "você não deve fazer isso"...
[risadas] Uhum, verdade.

Isso pode deixar as pessoas confusas?
Pode mas, felizmente, sou completamente desligada disso - por sorte tenho um time que me juda e gosta de mim por quem eu sou. Quando eu comecei a fazer músicas pro álbum, eu fiz exatamanete o que eu queria. A gravadora nunca disse "você tem que deixar seu cabelo crescer, perca 10kg, faça aulas de dança". Comigo, eles foram mais do tipo "nós queremos a Dev do jeito que ela é". Eles meio que me deixaram fazer o que eu queria e me sinto abençoada por isso. Existem muitos artistas por aí que não tem isso. Eles são tipo "aqui estão as letras, isso é o que você vai cantar. Você vai fazer muito sucesso com isso".

A parte ruim disso é que muitos desses artistas fazem mesmo muito sucesso.
Verdade!

Em umas 5 músicas durante sua carreira eles fazem com o intuito de "quem eu sou e como cheguei aqui?".
Totalmente! Tem um lado bom. Eles começam a fazer o que realmente querem, só que 5 anos depois do sucesso. Tudo tem seu lado positivo e negativo. Eu tento não pensar muito nisso e viver cada dia. Eu vejo meus pontos fortes e me apoio neles. Se você não fizer isso, você acaba ficando louco. A indústria musical é louca. É uma selva! Eu tenho sorte por ser rodeada de gente boa e que me deixa fazer o que quero.

Me dê alguns exemplos de "pontos fortes" que você adquiriu nesse tempo.
Neste ano que passou, o número de artistas que assinaram acordos com as gravadoras versus aqueles que fizeram seu debut é louco! Essa foi a melhor coisa pra mim. Eu realmente quis escrever minhas canções. Eu queria sair em uma turnê sólida, e eu fiz isso com o Usher e o Akon. Eu realmente queria entrar e mestúdios com grandes artistas que pudessem me ensinar algo, e que eu pudesse passar isso ao meu álbum. E eu fiz isso. Eu trabalhei com David Guetta e Timbaland. Eu fiz algumas coisas esquisitas, que soam esquisito para as pessoas, mas que me ensinaram a crescer como artista. eu sou muito sortuda, mesmo se tiver que escrever músicas pra alguém. Isso mai me fazer melhorar. Se eu tivesse que fazer um super show, eu ia me sentir confortável pois tudo isso me ajudou. Eu vejo essas pequenas coisas e faço com que elas aconteçam. Nesses últimos 3 anos eu tenho sido abençoada por ter essas oportunidades, de pegar elas sem medo. Isso me faz sentir confortável, não só como artista, mas como mulher!

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